sábado, 17 de maio de 2008

Mãe também para mim.

MÃE TAMBÉM PARA MIM...

Texto: Rm. 16:13

“Saúdem Rufo, eleito no Senhor, e sua mãe, que tem sido mãe também para mim”.

A lista de saudações do apóstolo Paulo é grande no final da carta aos romanos, muitos dos irmãos e irmãs mencionados neste capítulo não aparecerão mais no decorrer da Bíblia. São homens e mulheres de Deus, anônimos, desconhecidos na terra, MAS CONHECIDOS NO CÉU. E dentre tantas pessoas anônimas o apóstolo Paulo faz referência à mãe de Rufo como uma mulher que cuidou dele como se fosse sua mãe. A mãe de Rufo. Esta é a única vez que seu nome é mencionado na Bíblia. Pouco se sabe a respeito de sua família. Ela era casa com Simão o Cirineu, aquele que carregou a cruz de Cristo, e tinha dois filhos. Alexandre e Rufo. (Mt.15:21) “Certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, passava por ali, chegando do campo. Eles o forçaram a carrega a cruz. Se assim ocorreu, que gente extraordinária são os pais de Rufo: o pai carregou a cruz de Jesus Cristo, e a mãe "adotou" Paulo, o grande apóstolo aos gentios.

Hoje, é um dia dedicado ás mães em todo Brasil, no entanto, ser mãe virou. Sinônimo de brincadeira ou de irresponsabilidade cresce cada vez mais o número de:

a) Mães solteiras

b) Mães adolescentes

c) Mães que jogam seus filhos (bebês) irresponsavelmente no lixo, rio, no curral. (João pessoa.)

d) Mães que, estando grávidas, continuam vivendo promiscuamente.

Não é de espantar-se que a família brasileira esteja doente, a mãe é o sustentáculo da família, como teremos famílias equilibradas se há erros na composição da família? Somos desafiados a conhecer mais sobre a mãe de Rufo o que fez esta mulher para receber tão carinhosa lembrança do apóstolo Paulo.

I – ANULOU-SE A SI MESMO.

a) Para Dedicar-se a Família.

“Saúdem Rufo, eleito no Senhor, e sua mãe”

Ela tinha nome. Mas ficou conhecida como a mãe de Rufo, certamente ela gastou seu tempo fazendo de seus filhos homens segundo o coração de Deus: eleito no Senhor”. A casa de Simão nunca mais foi a mesma depois que ele carregou a cruz de Cristo. E sua esposa, a mãe de Rufo, fez com que a família continuasse levando esta cruz.

Se as mães não gastarem tempo com seus filhos a respeito das coisas de Deus, se não fizerem de sua casa uma Igreja jamais terão uma casa de bênção. “Ensina a criança o caminho em que deva andar...” (Pv. 22:6). Minha mãe nos ensinava, quiséssemos ou não, a respeito de Cristo.

b) Para que Cristo Reinasse em sua casa.

João Batista disse: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua”. A mãe de Rufo pensava do mesmo modo; ela sabia que Cristo só reina onde o ser humano se humilha, se curva e adora ao Senhor. Há casas em que todo mundo manda, menos o Senhor (Inclusive casas de crentes). O apóstolo Paulo nos lembra: “Brotará a raiz de Jessé aquele que se levantará para reinar...”.(Rm. 15:12)

II – FOI UMA ÂCORA PARA OS CRENTES DE SUA ÉPOCA.

“que tem sido mãe também para mim”.

É maravilhoso investir na vida dos filhos de Deus, ser bálsamo para os que sofrem ser âncora para os que enfrentam as tempestades da vida. A mãe de Rufo foi uma mãe para o apóstolo Paulo. Esse bandeirante do Cristianismo encontrou nessa mulher um apoio, um encorajamento, que só uma mãe era capaz de lhe dar. Certamente ela foi mãe de outros crentes também naquela época, ajudando-os a permanecer firme na fé. Fazendo de sua casa uma hospedaria cristã, fazendo do seu coração um púlpito de onde emanavam mensagens do céu. Está escrito em (Rm.12:13) “Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade”.

João o discípulo amado nos diz: III Jo.:8 É, pois, nosso dever receber com hospitalidade irmãos como esses, para que nos tornemos cooperadores em favor da verdade.”

Como você tem usado sua casa em favor do Reino e dos servos do Reino? “A mãe é para os filhos o que a luz é para todos nós; só lhe sentimos a falta quando se apaga.” M.Eny.

Temos o grande desafio de sermos abençoadores. Devemos abrir não apenas a nossa casa, mas também o nosso coração para encorajarmos as pessoas. HERNANDES DIAS LOPES disse que: Nossa língua precisa ser medicina que leva cura; nossas palavras precisam ser mel que alimenta; nossos atos precisam ser gestos altruístas que abençoam. O evangelho, o Brasil e o mundo precisam de mães, como a mãe de Rufo.

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